EPÍGRAFE
POR QUE
“MEU AMIGO DIFERENTE É
ESPECIAL?”
RESUMO DO
TRABALHO
LOCAL: Projeto En – Hacore
(localizado no bairro Novo Aarão Reis)
ATIVIDADE DESENVOLVIDA: Sobre Inclusão
Social
Tema: “Meu amigo diferente é
especial”
DATA: 09/05/2015
OBJETIVO DO TRABALHO:
Perceber a reação das crianças
diante desta realidade que se faz presente em todos os ambientes sociais como
na escola, na comunidade e até mesmo em casa.
DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS DURANTE A ATIVIDADE:
Todas as crianças se mostraram
muito entusiasmadas durante a apresentação do vídeo e durante a realização da tarefa
proposta. Questionavam sobre tudo.
MEU PARECER
Foi muito divertido realizar
este trabalho na ONG, pois eles tiveram uma atividade diferente da que estavam
acostumados. E eu, uma oportunidade para colocar a mão na massa e assim
praticar o conhecimento adquirido. No que pude, sanei as dúvidas e curiosidades
que apareceram.
asnnnn
1. Formação?
Profissional graduada em Geografia e Pós Graduada em Educação
Especial.
2. Tempo
de atuação na área?
1 ano.
3. Quais
são os principais desafios ou dificuldades que você como profissional, encontra
ou encontrou para lidar com essas crianças especiais?
Um dos principais desafios é desenvolver a autoestima desses alunos
e buscar novas metodologias de ensino para facilitar no processo da leitura e
escrita.
4. Por
que elas são especiais pra você?
Elas são especiais por apresentarem alguma deficiência física ou
intelectual que dificulta no seu convívio diário.
5. Quais
são os métodos utilizados por você para facilitar o ensino da língua escrita e
a aprendizagem das suas crianças?
Utilizo atividades que
mantenha o aluno atento, como jogo de tabuleiro, quebra cabeça, gravuras,
leituras e reconto, ilustração, brincadeiras e músicas.
6. No
seu ponto de vista, como é a relação dessas crianças com as demais e vice e
versa?
Há uma grande interação com as demais crianças e todas são
solidárias se prontificando em ajudá-las.
7. Elas
por acaso, se sentem inferiores às outras crianças? Ou usa da sua condição,
para se colocarem na posição de coitadinhas?
Não, elas não se sentem inferiores, mas em alguns momentos há alguma
dificuldade para realizar as atividades; pois apresentam mudanças repentinas de
comportamentos. A motivação é algo importantíssimo para incentivá-las.
8. Você
nota se há algum tipo de bullyng ou preconceito por parte das outras crianças
ou por parte dos profissionais que ainda não estão preparados para lidar com
esta nova realidade?
Muito raro, mas algumas ainda não entendem que aquela criança
apresenta algum tipo de deficiência.
9. Como
é a relação escola e família, há diferenciação no tratamento desses pais? Ou há
por parte deles mais parceria com a escola?
Em relação à escola há uma confiança muito grande por parte dos
pais, apesar das dificuldades que eles apresentam não os colocam na condição de
inferiores.
1. Com
a chegada da Educação Inclusiva nas escolas, o que melhorou ou o que precisa
melhorar?
O que melhorou foi a visão das pessoas em relação a esses alunos,
possibilitou ainda avanços na aprendizagem e a interação entre eles facilita
nesse processo.
O que precisa melhorar ou ser feito, são adaptações para receber
essas crianças. Pois algumas apresentam deficiências relacionadas aos membros
inferiores e superiores que interferem de forma direta na sua coordenação
motora, por não ter nenhum tipo de apoio, como assento adequado, por exemplo,
habilidades como a escrita, se tornará ainda mais difícil para eles.
RELATÓRIO INDIVIDUAL
Quarta – feira - 13
de maio de 2015.
Passei a manhã do
último sábado lá na ONG do bairro Novo Aarão Reis, desenvolvendo um trabalho de
campo para o meu curso de Pedagogia.
Apresentei para as
crianças presentes um pequeno vídeo que falava sobre a diferença de todas as
coisas e pessoas. Ao final do mesmo, pedir para que elas fizessem um desenho
referente ao que tinham visto e me respondessem de onde se conheciam e por que
aquele “amigo diferente” representado era tão especial para elas.
De modo simples e
objetivo, todas me responderam do seu jeito. As crianças maiores entre nove e
dez anos, talvez porque domine melhor a escrita, fizeram questão de deixar por
escrito sua resposta. Já as demais, por preguiça mesmo, somente responderam
oralmente e por isso, tive eu mesma que reescrever o que elas disseram.
Ao final do
trabalho, todas as crianças sem exceção, se mostraram bem contentes, porque lá
na ONG, é sempre oferecida as oficinas de balé, percussão, dança contemporânea
e futebol. E através desta atividade por sua vez, foi uma oficina bem “diferente”
das já mencionadas.
OS ARTISTAS
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NOMES
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IDADE
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01 – Adryan
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08 anos
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02 – Ana Beatriz
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08 anos
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03 – Camila
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09 anos
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04 – Henrique
|
09 anos
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05 – João Vítor
|
09 anos
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06 – Káren
|
09 anos
|
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07 – Maria
Fernanda
|
10 anos
|
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08 – Marcos Paulo
|
10 anos
|
|
09 -
|
|
|
10
|
|
AS OBRAS DE ARTES
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
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Acesso em: 11de mai. 2015
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NOVA
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Acesso em: jan.
2015.
YOUTUBE. Caminhos
da Reportagem - Inclusão escolar, uma equação complexa. Disponível
em: <https://www.youtube.com/watch?v=S7hu2sthM2I>.
Acesso em: jan. 2015.












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