domingo, 17 de maio de 2015

Educação Inclusiva

EPÍGRAFE






POR QUE
“MEU AMIGO DIFERENTE É ESPECIAL?”








  
 RESUMO DO TRABALHO

LOCAL: Projeto En – Hacore (localizado no bairro Novo Aarão Reis)
ATIVIDADE DESENVOLVIDA: Sobre Inclusão Social
Tema: “Meu amigo diferente é especial”
DATA: 09/05/2015

OBJETIVO DO TRABALHO:                              
Perceber a reação das crianças diante desta realidade que se faz presente em todos os ambientes sociais como na escola, na comunidade e até mesmo em casa.

DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS DURANTE A ATIVIDADE:
Todas as crianças se mostraram muito entusiasmadas durante a apresentação do vídeo e durante a realização da tarefa proposta. Questionavam sobre tudo.

MEU PARECER
Foi muito divertido realizar este trabalho na ONG, pois eles tiveram uma atividade diferente da que estavam acostumados. E eu, uma oportunidade para colocar a mão na massa e assim praticar o conhecimento adquirido. No que pude, sanei as dúvidas e curiosidades que apareceram.
 ENTREVISTA

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1.    Formação?
Profissional graduada em Geografia e Pós Graduada em Educação Especial.
2.    Tempo de atuação na área?
 1 ano.
3.    Quais são os principais desafios ou dificuldades que você como profissional, encontra ou encontrou para lidar com essas crianças especiais?
Um dos principais desafios é desenvolver a autoestima desses alunos e buscar novas metodologias de ensino para facilitar no processo da leitura e escrita.
4.    Por que elas são especiais pra você?
Elas são especiais por apresentarem alguma deficiência física ou intelectual que dificulta no seu convívio diário.
5.    Quais são os métodos utilizados por você para facilitar o ensino da língua escrita e a aprendizagem das suas crianças?
 Utilizo atividades que mantenha o aluno atento, como jogo de tabuleiro, quebra cabeça, gravuras, leituras e reconto, ilustração, brincadeiras e músicas.
6.    No seu ponto de vista, como é a relação dessas crianças com as demais e vice e versa?
Há uma grande interação com as demais crianças e todas são solidárias se prontificando em ajudá-las.
7.    Elas por acaso, se sentem inferiores às outras crianças? Ou usa da sua condição, para se colocarem na posição de coitadinhas?
Não, elas não se sentem inferiores, mas em alguns momentos há alguma dificuldade para realizar as atividades; pois apresentam mudanças repentinas de comportamentos. A motivação é algo importantíssimo para incentivá-las.
8.    Você nota se há algum tipo de bullyng ou preconceito por parte das outras crianças ou por parte dos profissionais que ainda não estão preparados para lidar com esta nova realidade?
Muito raro, mas algumas ainda não entendem que aquela criança apresenta algum tipo de deficiência.
9.    Como é a relação escola e família, há diferenciação no tratamento desses pais? Ou há por parte deles mais parceria com a escola?
Em relação à escola há uma confiança muito grande por parte dos pais, apesar das dificuldades que eles apresentam não os colocam na condição de inferiores.
1. Com a chegada da Educação Inclusiva nas escolas, o que melhorou ou o que precisa melhorar?
O que melhorou foi a visão das pessoas em relação a esses alunos, possibilitou ainda avanços na aprendizagem e a interação entre eles facilita nesse processo.
O que precisa melhorar ou ser feito, são adaptações para receber essas crianças. Pois algumas apresentam deficiências relacionadas aos membros inferiores e superiores que interferem de forma direta na sua coordenação motora, por não ter nenhum tipo de apoio, como assento adequado, por exemplo, habilidades como a escrita, se tornará ainda mais difícil para eles.
RELATÓRIO INDIVIDUAL

Quarta – feira - 13 de maio de 2015.
Passei a manhã do último sábado lá na ONG do bairro Novo Aarão Reis, desenvolvendo um trabalho de campo para o meu curso de Pedagogia.
Apresentei para as crianças presentes um pequeno vídeo que falava sobre a diferença de todas as coisas e pessoas. Ao final do mesmo, pedir para que elas fizessem um desenho referente ao que tinham visto e me respondessem de onde se conheciam e por que aquele “amigo diferente” representado era tão especial para elas.
De modo simples e objetivo, todas me responderam do seu jeito. As crianças maiores entre nove e dez anos, talvez porque domine melhor a escrita, fizeram questão de deixar por escrito sua resposta. Já as demais, por preguiça mesmo, somente responderam oralmente e por isso, tive eu mesma que reescrever o que elas disseram.
Ao final do trabalho, todas as crianças sem exceção, se mostraram bem contentes, porque lá na ONG, é sempre oferecida as oficinas de balé, percussão, dança contemporânea e futebol. E através desta atividade por sua vez, foi uma oficina bem “diferente” das já mencionadas. 
                                                     
OS ARTISTAS
                                       


          NOMES
IDADE 
01 – Adryan
08 anos
02 – Ana Beatriz
08 anos
03 – Camila
09 anos
04 – Henrique
09 anos
05 – João Vítor
09 anos
06 – Káren
09 anos
07 – Maria Fernanda
10 anos
08 – Marcos Paulo
10 anos
09 -

10





                                                     AS OBRAS DE ARTES








 




REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL. Artigo 5º. Disponível em:  www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 11de mai. 2015
LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL. A Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Artigo 4º, parágrafos I e III. Disponível em:  www.planalto.gov.br/ccivil_03/Ato2011-2014/2013/Lei/12796.htm#art1. Acesso em: 11de mai. 2015.
YOUTUBE. COMO FAZER UM BLOG NO BLOGSPOT – COMO FAZER. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=cFcjDucq7k8>. Acesso em: 14 de mai. 2015.
 BLOGSPOT. CANTINHO DA EDUCAÇÃO. Disponível em:
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Centro de Excelência para o Desenvolvimento na Primeira Infância. Relações entre pares:
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Disponível em: < http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/10/saiba-quem-e-malala-yousafzaipaquistanesa-
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em: <https://www.youtube.com/watch?v=S7hu2sthM2I>. Acesso em: jan. 2015.







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