segunda-feira, 24 de agosto de 2015

OLÁ GALERA DO MEU BLOG, ESPERO QUE GOSTE DESTE VÍDEO.
E PARA NÓS QUE SEREMOS EDUCADORES UM DIA,TENHAMOS TAMBÉM ESTE OLHAR.

domingo, 17 de maio de 2015

O DESAFIO DE SER PROFESSOR FRENTE À EDUCAÇÃO INFANTIL NOS DIAS DE HOJE.




INTRODUÇÃO


O desafio proposto ao curso de Pedagogia, cujas disciplinas norteadoras são: a Didática da Alfabetização e do Letramento, e também, a História da Educação e da Pedagogia, tendo como objetivo analisar sistematicamente a trajetória histórica da Educação Infantil no Brasil, observando seus avanços, retrocessos e desafios.
Para melhor desenvolvimento deste trabalho, optamos por descobrir como surgiram as primeiras formas de educação e a profissionalização docente, bem como investigar o passado destes que fizeram ou ainda fazem parte desse processo chamado: Educação.
Diante do exposto, a finalidade desta atividade, é a de nos levarmos a compreender os obstáculos superados por esses profissionais para continuarem exercendo seus cargos até hoje, sobretudo, no que diz respeito à ação pedagógica dos mesmos que atuam ou atuaram na educação infantil. Sendo assim, promoveremos a reflexão crítica sobre as mudanças históricas relacionadas aos métodos, abordagens e até mesmo o ensino da língua escrita.
Através do desenvolvimento dos passos propostos, tentamos encontrar razões pelas quais, possamos repensar ou rever nossos próprios conceitos sobre a Educação Infantil no Brasil e a profissionalização do professor, de como era e para onde está caminhando nos dias atuais.
Desde já, agradecemos a todos que se dispusera a colaborar na realização deste trabalho, o qual tem por cunho histórico e biográfico, identificar os Métodos aplicados ainda nos anos iniciais da alfabetização.
                                              

          A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL E A PROFISSIONALIZAÇÃO DOS PROFESSORES NO PANORAMA DO MAGISTÉRIO.
 O surgimento da educação infantil ou modo como lidar com crianças, começou ainda na Idade Média. E sua forma de ensinar, era baseada nas tradições e costumes da antiguidade, onde a criança aprendia através da experiência ou exemplo do adulto. Porém, este privilégio não se dava a todos, somente aos filhos homens e de família rica. Meninas, pobres ou deficientes, eram excluídos e, portanto, não gozavam do mesmo direito.
A condição da criança no contexto social, até este momento da História, era considerada nula. Sendo, pois, o pai quem decidia sobre a vida e até mesmo a morte da mesma, fazendo assim valer seu poder patriarcal.
Embora tenha sido um processo lento, só a partir da ascensão do cristianismo pela Europa e pelo resto do mundo, é que a sociedade passou a ver a criança com outros olhos.
Já a história da nossa Educação, inicia-se ainda no período colonial (1500), quando os portugueses por aqui chegaram e assim descobriram o Brasil. E com sua “Companhia de Jesus”, tentaram ensinar aos índios suas lições de Catecismo. No entanto, este método não deu certo, porque os jesuítas foram expulsos durante as reformas pombalinas e com isto, ficou a cargo da coroa, através de suas Cartas Régias, institui o ensino ou ditar suas lições pedagógicas.
E por quase 300 anos na história do Brasil, o panorama da Educação não mudaria: enquanto, os homens brancos estudavam nos colégios religiosos ou iam à Europa, os homens pardos, mestiços, negros (na maioria escravos) e mulheres, não tinham quaisquer direitos à educação.
Mesmo com a vinda da Família Real para cá, nossa educação continuou a ter papel secundário, porém, já começava a cogitar na Assembléia Constituinte, algumas propostas para mudar este quadro.
Em 1827, seria aprovada a lei sobre o Ensino Elementar, que determinava a criação de “escolas em todas as cidades, vilas e lugarejos” e também “escolas para meninas”. No entanto, esta lei fracassou e houve então, em 1834 a reforma que fazia com que o ensino básico, secundário e de formação dos professores ficasse a cargo das províncias. Enquanto o Ensino Superior ficou aos cuidados do poder central.
A profissionalização do educador brasileiro começava a tomar novo rumo, a partir de 1835, quando fundar - se- ia a primeira escola de formação de professores, no Rio de Janeiro: a “Escola Normal” ou “Normalista”, como ficou conhecida.
Já a Educação Infantil, começou mesmo a ganhar forças, por volta da década de 1970, quando surgiram então as primeiras creches, com foco totalmente assistencialista, onde visava apenas o “cuidar”. Mas seu reconhecimento só veio mesmo, em 1988, quando a Educação Infantil teve sua inclusão na Constituição brasileira.
E de lá para cá, a Educação Infantil tornou-se o primeiro acesso dos nossos pequenos para a alfabetização e para o aprendizado da escrita. Sendo hoje em dia o seu ingresso na vida escolar a partir dos quatro anos de idade. Também a sociedade passou a reconhecer nossas crianças como elas realmente são: cidadãs.








Como já disse Rainer: “A função de ensinar é muito anterior ao processo de criação das primeiras instituições educadoras da História. Antes mesmo que a escrita fosse desenvolvida, tiveram a importante função de repassar aquilo que era considerado importante. Instigado pela simples imitação ou pelo relato oral, o homem conseguiu produzir e difundir as mais variadas  maneiras de se relacionar com o mundo que o cerca.”
Em conversa realizada com profissionais da área da educação, procuramos saber como anda a Educação Infantil aos olhos de cada um, as razões que os levaram para a carreira docente, os métodos e didáticas utilizados por eles.
Para termos todas estas respostas, então conheçam os nossos depoentes que por sinal são mulheres e simplesmente amam o que fazem e não se imagina fazendo outra coisa.

Entrevistada 1

Tempo de atuação na área?
Estou nesta área á 28 anos, sendo 24 anos de carteira assinada, e mais 4 anos como ajudante de classe sem carteira (trabalhava em uma escola perto da minha casa, como era de menor não tive a carteira assinada).
Por acaso já trabalhou ou quis seguir outra profissão?
Não. É meu ministério. Minha vocação.
Sua formação?
Venho do extinto “curso de formação em Magistério” quando ainda era dado no Ensino Médio. Lembro – me que para as meninas, era o Magistério e para os meninos o curso de Contabilidade. Depois fiz o Normal Superior e recentemente, conclui meu curso de Pedagogia. Mas vale ressaltar que os diplomas sem a vivência, para nada valem. Por que em se tratando de Educação é a sala de aula que faz o professor. O que se aprende nos cursos e universidades só vêm a acrescentar.
Quais as razões ou circunstâncias que te levaram para a carreira docente?
Desde o ventre de minha mãe sou professora. É meu ministério. Chamado de Deus para minha vida. Amor eterno.
Por que a sociedade e os homens não vêem essa área como uma carreira atrativa?
Não é o olhar dos homens e sim uma cultura imposta desde o séc. XIX.  É uma carreira vista como feminina por ser “cuidados” com crianças. A própria sociedade rejeita o homem na educação infantil. E também tem o lado financeiro. Embora, podemos ver hoje, lentamente homens sendo introduzidos nas UMEI’s.
 Quais as dificuldades encontradas ao longo do caminho?
A maior dificuldade é conscientizar as famílias de que elas fazem parte do processo de aprendizagem de seus filhos, que a escola não educa ela é um complemento de ensino acadêmico. As famílias ultimamente nos vêem como inimigas e não como parceiras. Escutam mais as inverdades dos filhos do que as verdades da escola.  E a falta de limite às crianças.
 Qual foi a real motivação que te fez continuar nessa área?
 Como lhe disse na questão acima. É o profundo amor que tenho pela educação. Fui chamada por Deus para exercer meu dom com dedicação e muito amor.
 Conte-me um pouco de maneira sintetizada, sobre sua rotina em sala: onde trabalha, quantos alunos tem, faixa etária, série ou coisas desse tipo.
Trabalhei 23 anos em sala de aula, já passei por quase todas as series da Educação Infantil e por todas do Fundamental 1.  A 5 anos estou na Coordenação Pedagógica do Fundamental 1. Nunca tive sala de aula com menos de 25 alunos e minha rotina era o dia a dia normal da área da educação. Como coordenadora ainda vou para sala quando falta professora e sigo a rotina normal de uma sala de aula. Na coordenação minha rotina..., na verdade na área da Educação não temos rotina, você tem que ser resiliente e polivalente a cada dia. Pois, é um dia completamente diferente do outro.
 Quais os métodos ou didáticas aplicados por você para favorecer a aprendizagem de seus alunos?
 O professor tem que ter conhecimento teórico de todos os métodos e domínio de didática, pois a cada dia temos em nossas mãos salas heterogêneas e muitas vezes precisamos lançar mão de vários métodos, pois, cada crianças é única, cada uma com sua especificidade, cada uma no seu tempo de aprendizagem. Às vezes, um método que você utiliza somente 90% da turma compreende e o restante fica “boiando”. Hoje os educadores têm que ter olhos de águia, tem que ser dinâmicos e conhecedores das teorias educacionais para conseguir o máximo da aprendizagem de seus alunos.
 De que forma você aprendeu a ler e a escrever?
Através das cartilhas da Lúcia Casa Santa. Junto com o método fônico.
 O que há de diferente ou novo, da forma em que ensina para a forma em que você foi ensinada?
Tudo. Os tempos são outros, as exigências são outras, o mundo é outro. Hoje em dia, com o excesso de informações e a revolução tecnológica os professores precisam estar muito mais capacitados e antenados, pois, você não consegue prender a atenção de uma criança do séc. XXI com as cartilhas.
 Puxando pela memória, e voltando um pouco ao passado, como era a escola onde você estudou, os professores e os métodos de ensino-aprendizagem que te ajudaram a aprender?
 Toda a minha vida estudei em um colégio tradicional. O ensino era bem tradicional como dizemos hoje em dia era “cuspi” e giz. Os conteúdos eram enfiados “guela abaixo” e quem aprendeu, aprendeu. Quem não aprendeu repetia o ano.
E você, alguma vez repetiu de ano?
Nunca. Sempre gostei muito de estudar então, sempre corri atrás do conhecimento.
 De lá para cá, o que realmente mudou em relação à profissão? E o que mudou com relação à Educação como um todo no Brasil (avanços, retrocessos e desafios)?
A área da educação é muito interessante. Ela é constantemente desafiadora. Sofreu muitos avanços, mas também teve retrocessos. O Brasil é muito cheio de modismos e tudo que chega de fora que é novo aceita-se como verdade absoluta e não existe um verdadeiro debruçar em estudos para ver se é possível trabalhar desta forma aqui. Um exemplo, no fim da década de 80 e princípio de 90, houve o “bum” do Construtivismo, abandonou - se tudo de bom que existia e introduziram o construtivismo de qualquer maneira. Houve uma queda muito grande na qualidade da educação, um certo atraso na alfabetização, ocasionando a queda do índice do Brasil na Educação Mundial. E ainda por cima sempre tivemos um governo que não se preocupa com a educação brasileira.
E a partir do seu ponto de vista, onde ou que precisa melhorar?
O único ponto que precisa ser melhorado é na valorização (em todos os sentidos) do profissional da área da educação. Só assim teremos profissionais mais qualificados e preparados para levantar a educação brasileira.



Entrevistada 2

Tempo de atuação na área: Sou professora à 10 anos da Educação Infantil mesmo.
Por acaso já trabalhou ou quis seguir outra profissão?
Não. Porque ser professor vai muito além do que estar em sala de aula ministrando conteúdos e principalmente ser professor na Educação Infantil.
Formação:
 Sou formada em Letras a 8 anos, mas atualmente voltei pra escola e agora estou cursando também Pedagogia.
Quais as razões ou circunstâncias que te levaram para a carreira docente?
Fui incentivada pelo meu pai, pois ele também é professor e sempre demonstrou amor pelo seu ofício. Então na primeira oportunidade que surgiu para eu ingressar na área da Educação, agarrei com bastante entusiasmo e estou até hoje.
Por que a sociedade e os homens não vêem essa área como uma carreira atrativa?
 Pois, requer uma certa sensibilidade para notar as dificuldades dos nossos alunos em todas as áreas, suas indisciplinas, suas birras e inclusive, falta de  estrutura do ambiente escolar, às vezes, até falta de materiais didático ( o que exige muita criatividade e disposição por parte do educador para pesquisar e criar algo que chame a atenção do aluno). Então, acredito que seja por achar que a profissão requer sutileza, e certos trejeitos que eles (os homens) não possuem como nós mulheres como: paciência, flexibilidade em lidar com a birra, contar histórias e habilidades para solucionar problemas que vão surgindo durante o ano letivo. E também o baixo salário, os desmotivam para seguirem na profissão.
Quais as dificuldades encontradas ao longo do caminho?
Citar essas dificuldades não é difícil, apesar de parecerem repetitivas. Pois, sempre são faladas, mas nunca solucionadas, como estrutura adequada do prédio para os alunos da Educação Infantil, falta de material didático, falta de profissionais como Psicólogos ou Psicopedagogos e o principal, é a falta de compromisso dos pais com a educação de seus filhos, entre outras.
Qual foi a real motivação que te fez continuar nessa área?
Sempre fui motivada a continuar pelos bons exemplos de profissionais que tenho na família. E quando surgiu à oportunidade de me estabilizar na profissão através do concurso público, agarrei a chance. E ao longo do tempo fui me identificando mais e mais.
Conte – me de maneira sintetizada, sobre como é sua rotina em sala: onde trabalha, quantos alunos tem, faixa etária, série ou coisas desse tipo.
Trabalho com as turmas de jardim I e II, com crianças na faixa etária de 3 a 5 anos de idade. Nossas aulas são desenvolvidas através da acolhida (que é um momento para a oração, brincadeiras, músicas e conversas informais), em seguida vêm as atividades orais e escritas e após o recreio realiza-se mais uma atividade também e aí faço a correção das mesmas e por fim, a entrega dos cadernos de para casa e encerramento da aula.
Quais os métodos ou didáticas aplicados por você para favorecer a aprendizagem de seus alunos?
Procuro sempre planejar minhas aulas observando os erros e acertos dos métodos usados nas aulas passadas. Então, sempre estou procurando melhorar naquilo que não deu certo. Procuro sempre diversificar a aula, inserindo o lúdico (sucatas, cantigas, fantoches, tudo isso, voltado para o conteúdo proposto) e sempre falando de forma clara para que assim o educando entenda.
Como você aprendeu a ler e a escrever?
Passei por toda a etapa da Educação Infantil (Jardim I e II), até chegar à alfabetização. Os métodos usados eram os mais tradicionais possíveis, não havia o lúdico nas aulas, era apenas a famosa cartilha.
O que há de diferente ou novo, da forma em que ensina para a forma em que foi ensinada?
A diferença é visível, hoje existe uma preocupação maior em está inserindo projetos com temas importantes (leitura, água, alimentação, entre outros). O uso do lúdico como forma de aprendizagem. Apesar de que, não podemos condenar os métodos tradicionais, porque eles funcionaram sim, prova disso eu e outras inúmeras pessoas foram alfabetizadas através deles.
De volta ao passado, como era a escola onde estudou, os antigos professores e os métodos de ensino-aprendizagem que a ajudou a aprender?
Relembrando o passado, posso notar que tenho boas recordações, pois as escolas por onde passei eram boas. Apesar de algumas não terem prédios equipados ou serem apropriados como uma escola deveria ser; tive bons professores que apesar de todas essas dificuldades e com seus antigos métodos, conseguiram transmitir e me ensinar.
Alguma vez já repetiu de ano?
Não. Sempre tive muito medo de ser reprovada e assim repetir o ano.
De lá para cá, o que realmente mudou em relação à profissão? E o que mudou com relação à Educação como um todo no Brasil (avanços, retrocessos e desafios)?
O que melhorou para a profissão é que hoje é obrigatório que as escolas tenham coordenadores, supervisores entre outros profissionais graduados para auxiliarem o professor nesse processo de ensino-aprendizagem.
E outro ponto positivo na Educação, foi à obrigatoriedade da inclusão das crianças na escola, a partir de 4 anos de idade.
De contra partida, os pontos negativos foi: a facilidade para promover os alunos de uma série a outra; a desvalorização do profissional docente perante a sociedade e a insegurança entre os profissionais que muitas das vezes é agredido verbalmente e até fisicamente por pais e alunos.
A partir do seu ponto de vista, onde ou que precisa melhorar?
Acredito que nunca somos 100% naquilo que fazemos, mas faço aquilo que está ao meu alcance para realizar um bom trabalho, sendo uma professora dedicada e também preocupada em adquirir mais conhecimento para melhor transmiti - lo para meus alunos. E é o meu desejo que o poder Público e a sociedade nos reconheçam e nos valorize mais.

Entrevistada 3

Tempo de atuação na área de: 5 anos.
Por acaso já trabalhou ou quis seguir outra profissão?
Não, na verdade, nem tive tempo pra trabalhar ou pensar em seguir outra profissão, porque é herança de família.
Formação:
Concluindo o curso de Pedagogia.
Quais as razões ou circunstâncias que te levaram para a carreira docente?
São três as razões que me levaram para essa carreira: Em 1º lugar, foi influência familiar, pois sou filha de professores. Minha família quase toda exerce função na área da educação; Em 2º lugar, pelas ótimas tias (professoras) que tive durante minha educação infantil que sempre se demonstraram atenciosas e bastante amorosas para comigo; E por último, por amar a área educacional e principalmente as crianças. Comecei ainda com 15 pra 16 anos, sendo auxiliar de sala, levava ao banheiro, ajudava na hora do lanche os menorzinhos e depois passei a fazer brincadeiras e a contar histórias.
Por que a sociedade e os homens não vêem essa área como uma carreira atrativa?
Porque a sociedade visa sempre o status e eles (os homens) não têm paciência para ensinar como nós mulheres os nossos pequenos. Eles pensam que as crianças não precisam aprender e sim de brincar. De fato, a educação infantil para elas é uma grande brincadeira sim, cheia de conceitos pedagógicos, onde a criança é instigada a aprender brincando.
 Quais as dificuldades encontradas ao longo do caminho?
A desvalorização dos profissionais, a falta de interesse dos pais e também as condições de trabalho para quem estar na rede pública.
Qual foi a real motivação que te fez continuar nessa área?
Por gostar demais do que faço. E por amor em lidar com as crianças.
Conte-me um pouco de maneira sintetizada, sobre sua rotina em sala: onde trabalha, quantos alunos tem, faixa etária, série ou coisas desse tipo.
Trabalho com crianças na faixa etária de 3 e 4 anos (1º período), minha turminha têm 6 alunos, sendo 4 meninas e 2 meninos. A escola a qual leciono é uma instituição privada. Nosso dia a dia é bem tranqüilo, cheio de brincadeiras, rodinhas de música e atividades pedagógicas.
Quais os métodos ou didáticas aplicados por você para favorecer a aprendizagem de seus alunos?
Gosto muito de trabalhar artes com eles, e a introdução da alfabetização e letramento, faço através de livros de historinhas e contos. Assim meus pequenos começam a conhecer as letras, números, cores, etc. Temos horário para tudo e gosto de seguir o cronograma pedagógico pré-estabelecido pela escola, pois valoriza e direciona tanto o meu quanto o trabalho realizado pela instituição. Gosto também de desenvolver junto às crianças: quebra-cabeças, bloquinhos de montar e jogo da memória; no sistema lúdico, gosto de estimular com histórias, faz de conta, pintura, recortar e colagem de papel. Também modelagem de massinhas para a coordenação motora.
De que forma você aprendeu a ler e a escrever?
Fui alfabetizada aos 5 anos de idade, pelo trabalho de minha mãe professora através dos métodos alfabéticos ou misto. Não sei dizer ao certo. Só sei que tinha muitos livros infantis em casa e isso, me incentivou ainda mais a ler e a escrever.
O que há de diferente ou novo, da forma em que ensina para a forma em que você foi ensinada?
Os métodos são outros. Hoje tentamos introduzir o método do letramento através dos meios utilizados citados nas respostas acima. E o que posso dizer é que não há métodos definidos ou pré-estabelecidos para se alcançar o alvo que é o ensino e a aprendizagem de nossas crianças. O que acaba causando certa confusão na mente de alguns profissionais tão acostumados aos métodos antigos.
Puxando pela memória, e voltando um pouco ao passado, como era a escola onde estudou, os professores e os métodos de ensino-aprendizagem que te ajudaram a aprender?
Estudei na mesma escola que dou aula hoje. O método utilizado antes era a alfabetização através do método sintético. Todas as crianças, inclusive eu saímos de lá lendo e escrevendo muito bem. Minha professora, além da minha mãe, era um amor! Temos contato até hoje. Creio que quando as crianças são rodeadas de carinho e assistência, elas se desenvolvem e produzem melhor. E foi o que aconteceu comigo!
E você, alguma vez repetiu de ano?
Não. Sempre gostei muito de estudar.
De lá para cá, o que realmente mudou em relação à profissão? E o que mudou com relação à Educação como um todo no Brasil (avanços, retrocessos e desafios)?
A Educação retrocedeu bastante, pois fui para o ensino fundamental no ano 2000 e vejo que hoje em dia as escolas não dão o apoio educacional específico que a área pede. Percebo de fato, que a educação pede socorro. E é muito difícil reverter este quadro, porém não impossível.
 E a partir do seu ponto de vista, onde ou que precisa melhorar?
 Tornar a Educação Infantil em uma verdadeira educação: com qualidade. Pois, para se fortalecer o Ensino Médio, precisa – se melhorar o Ensino Fundamental. E para melhorar o Ensino Fundamental, precisa – se rever e investir nos conceitos lúdicos e textuais da Educação Infantil. Traduzindo: ensinando nossos pequenos desde cedo.




O DESAFIO DE SER PROFESSOR FRENTE À EDUCAÇÃO INFANTIL NOS DIAS DE HOJE.

Ensinar não é e nem nunca foi uma tarefa fácil. Ainda mais nos dias atuais, onde a informação tecnológica sempre chega primeiro. E com certeza, diante desta nova realidade, não temos como utilizar os velhos métodos de ensino-aprendizagem para esta nova geração de crianças.
De acordo com as depoentes, observa – se que todas elas foram direcionadas para esta área por amor... Amor por suas crianças e principalmente, amor pelo que faz. Porque ser professor vai muito além do que estar em sala de aula ministrando conteúdos e principalmente ser professor na Educação Infantil, independente de altos salários ou reconhecimento social.
É claro que os métodos pelos quais elas foram alfabetizadas ficaram ultrapassados e muitos deles, já nem se usa mais, como é o caso das cartilhas a qual as entrevistadas relembram.
Hoje em dia, o profissional docente tem que estar muito mais capacitado para perceber e atender as necessidades do seu aluno. Sem se esquecer é claro, de respeitar sua capacidade, suas limitações e o principal, sua individualidade. E para isto, se faz necessário o conhecimento e a utilização de vários meios e métodos didáticos para que possamos despertar em nossos discentes a curiosidade sobre aquilo que queremos ensiná-lo: quer seja instigado através de músicas, quer seja por faz de conta ou simplesmente através de uma brincadeira.
Que nós sejamos a ponte entre o conhecimento e o aluno, para que ele o pequeno aprendiz, possa fazer esta passagem da melhor maneira possível, através da nossa mediação com métodos que o coloque sempre como protagonista desse processo o qual será ensino da língua escrita e sua alfabetização.
Que não sejamos nós temidos por nossas crianças, como os conceitos pedagógicos de antigamente e seus anunciantes. Sejamos sim, claros e coesos sempre, naquilo que devemos transmitir a eles. E sem cara feia, se possível.
Contudo, algo chamou - me a atenção no depoimento primeiro: “você tem que ser resiliente...” (disse a entrevistada).
Confesso que até aquele momento, era desconhecido para mim seu significado ou grafia. Então fui debruçar - me em pesquisa para descobri o que seria essa tal resiliência a qual aguçava tamanha curiosidade. Portanto, ei - la aí sanada:
“O conceito de resiliência não é simples. O termo é definido comumente como a capacidade de superar as circunstâncias difíceis. Esse é o traço que nos permite existir neste mundo perfeito, enquanto caminhamos para frente com otimismo e confiança, mesmo em meio à adversidade”. Existe um “fator de rebote” que é inerente e está descrito em quase todas as definições de resiliência – é a capacidade de recuperação ou fator de endireitamento que permite a algumas crianças e adultos lidar de modo mais eficaz com desafios. (Ginsburg. 2006, p. 4 e  Kostelnik. 2013, p.150).
E com esta mesma “capacidade de superar desafios”, a nossa Educação atravessou o tempo e seja rico ou podre, mulher ou homem, deficientes ou não, ela chegou a todos nos dias de hoje: sem fazer distinção de classe social ou credo religioso, tornou – se inclusiva. Deixou de ser elitizada, e pública ou privada, tornou-se acessível a quem possa interessar.
 Para nós, profissionais docentes que ingressaremos agora nesta área ou até mesmo, para aqueles, que já atuam e por isso, traz consigo alguma bagagem: tenhamos enxertado em nós todos os dias essa resiliência, para que possamos atingir nosso alvo que é a aprendizagem dos nossos alunos. E também para que as nossas crianças tenham sempre o melhor de nós, para que o próprio tempo e a História da nossa Educação só venham ratificar isto, por que :
“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.
Disse Nelson Mandela.






Considerações Finais

Por meio da realização desta pesquisa, notou - se que à medida que o tempo passou meninas que desde então eram excluídas, acabou ganhando espaço nas escolas para também terem a chance de aprender. E as mesmas cresceram e se tornaram mulheres, mães de família, donas de casa. Enfim, a oportunidade que tiveram, não poderia ficar restrita apenas em complemento à fazeres domésticos. Já que trabalhar fora de casa não era permitido, então elas começaram a conciliar o cuidar da casa, marido e filhos, também com o cuidado de ensinar o que sabia. Leigas ou letradas, pobres ou ricas, assim a mulher foi ingressando sorrateiramente no ofício de professora.
 Enquanto os homens iam a cada dia se distanciando da carreira docente, as mulheres finalmente saíam do enclausuramento de suas casas e firmavam se nas salas de aulas. A conquista de sua profissionalização foi o primeiro passo, dentro da sociedade a qual sempre a excluíra.
Embora, tenha passado por diversas reformas e governos, a Educação Infantil e a profissionalização docente de maneira geral, tiveram avanços bem significativos na legislação: no que diz respeito à igualdade de direitos e reconhecimento da criança como cidadã. Também melhoramos no âmbito educacional, já é exigência um curso superior para os profissionais da área da educação e, também hoje em dia, nossas crianças ingressam aos quatro anos de idade nas escolas. Entretanto, ainda temos muito em que melhorar como: locais apropriados para elas, por exemplo.
Concluímos que há uma estagnação na valorização do profissional. Pois, frente às mudanças, ele precisou se qualificar mais. Porém, para o Estado, os mesmos nunca estiveram em pauta como uma de suas prioridades. Pelo contrário, Ele (o Estado) foi se adaptando à medida que lhe foi conveniente. Mas educar é isso... É superar desafios todos os dias para seguir adiante.






Referências Bibliográficas

LENGERT, Rainer. Profissionalização docente: entre vocação e formação. Revista de Educação, Ciência e Cultura/ v.2/ jul./ dez. 2011. Disponível em: http://www.revistas.uinlasalle.edu.br/index.php/Educacao/article/view/195/209. Acesso em 12 nov. 2014 e 17 fev. 2015.
UNESCO. O desafio da Profissionalização Docente no Brasil e na América Latina. Disponível em: unesdoc.unesco.org/images/0015/001501/150121 por. pdf.  Acesso em 16 fev. 2015.
A formação e a Profissionalização Docente: características, ousadias e saberes. Disponível em: www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/view
File/3171/522. Acesso em 10 fev. 2015.
WIKIPÉDIA. A Descoberta do Brasil. Disponível em: www.wikipédia.org/wiki/ Descoberta_do_Brasil. Acesso em 17 fev. 2015.
WIKIPÉDIA. Educação Infantil. Disponível em: www.wikipédia.org/wiki/Educação_Infantil.  Acesso em 17 fev. 2015.
A HISTÓRIA DA FEMINIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO NO BRASIL: Uma revisão bibliográfica. Disponível em: www.sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe3/Documentos/Coord/Eixo5/477.pdf. Acesso em 10 fev. 2015.
A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL: Avanços, retrocessos e desafios dessa modalidade educacional. Disponível em: www.histedbr.fe.unicamp.br/revista/edicoes/33/art05_33 pdf.  Acesso em 10 fev. 2015.
ALFABETIZAÇÃO ESCOLAR NO BRASIL DAS DÉCADAS DE 1970 E 1980. Disponível em: www.professornews.com.br/index.php/sobre-nos/quem-somos/5699-alfabetizacao-escolar- no-brasil-das-decadas-de-1970-e-1980-conceituacao-historicizacao-e-processos-metodologicos. Acesso em 10 mar. 2015.
MAGISTÉRIO NO BRASIL E PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE NOS SÉCULOS XVIII E XIX. Disponível em: www.marwell.vrac.puc- rio.br/10098/10098_4.PDF. Acesso em 10 mar. 2015.
O PROFESSOR AO LONGO DO TEMPO. Disponível em: http://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/ o-professor-ao-longo-do-tempo. Acesso em 22 fev. 2015.
AS PRIMEIRAS ESCOLAS NORMAIS NO BRASIL. Disponível em: www.coladaweb.com/pedagogia/as-primeiras-escolas-normais. Acesso em 11 mar.2015.
MEMÓRIA VIVA DA EDUCAÇÃO. Disponível em: revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/carreira/memória-viva-da-educacao-425823.shtml. Acesso em 11 mar. 2015.
Kostelnik, Marjorie J./Gregory, Kara Murphy/ Soderman, Anne K/ Whiren, Alice Phipps. Guia de Aprendizagem e Desenvolvimento Social da Criança. Cengage Learning, 2013.
Aranha, Maria Lúcia de Arruda. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E DA PEDAGOGIA. São Paulo, Editora Moderna, 2015.


Educação Inclusiva

EPÍGRAFE






POR QUE
“MEU AMIGO DIFERENTE É ESPECIAL?”








  
 RESUMO DO TRABALHO

LOCAL: Projeto En – Hacore (localizado no bairro Novo Aarão Reis)
ATIVIDADE DESENVOLVIDA: Sobre Inclusão Social
Tema: “Meu amigo diferente é especial”
DATA: 09/05/2015

OBJETIVO DO TRABALHO:                              
Perceber a reação das crianças diante desta realidade que se faz presente em todos os ambientes sociais como na escola, na comunidade e até mesmo em casa.

DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS DURANTE A ATIVIDADE:
Todas as crianças se mostraram muito entusiasmadas durante a apresentação do vídeo e durante a realização da tarefa proposta. Questionavam sobre tudo.

MEU PARECER
Foi muito divertido realizar este trabalho na ONG, pois eles tiveram uma atividade diferente da que estavam acostumados. E eu, uma oportunidade para colocar a mão na massa e assim praticar o conhecimento adquirido. No que pude, sanei as dúvidas e curiosidades que apareceram.
 ENTREVISTA

asnnnn
1.    Formação?
Profissional graduada em Geografia e Pós Graduada em Educação Especial.
2.    Tempo de atuação na área?
 1 ano.
3.    Quais são os principais desafios ou dificuldades que você como profissional, encontra ou encontrou para lidar com essas crianças especiais?
Um dos principais desafios é desenvolver a autoestima desses alunos e buscar novas metodologias de ensino para facilitar no processo da leitura e escrita.
4.    Por que elas são especiais pra você?
Elas são especiais por apresentarem alguma deficiência física ou intelectual que dificulta no seu convívio diário.
5.    Quais são os métodos utilizados por você para facilitar o ensino da língua escrita e a aprendizagem das suas crianças?
 Utilizo atividades que mantenha o aluno atento, como jogo de tabuleiro, quebra cabeça, gravuras, leituras e reconto, ilustração, brincadeiras e músicas.
6.    No seu ponto de vista, como é a relação dessas crianças com as demais e vice e versa?
Há uma grande interação com as demais crianças e todas são solidárias se prontificando em ajudá-las.
7.    Elas por acaso, se sentem inferiores às outras crianças? Ou usa da sua condição, para se colocarem na posição de coitadinhas?
Não, elas não se sentem inferiores, mas em alguns momentos há alguma dificuldade para realizar as atividades; pois apresentam mudanças repentinas de comportamentos. A motivação é algo importantíssimo para incentivá-las.
8.    Você nota se há algum tipo de bullyng ou preconceito por parte das outras crianças ou por parte dos profissionais que ainda não estão preparados para lidar com esta nova realidade?
Muito raro, mas algumas ainda não entendem que aquela criança apresenta algum tipo de deficiência.
9.    Como é a relação escola e família, há diferenciação no tratamento desses pais? Ou há por parte deles mais parceria com a escola?
Em relação à escola há uma confiança muito grande por parte dos pais, apesar das dificuldades que eles apresentam não os colocam na condição de inferiores.
1. Com a chegada da Educação Inclusiva nas escolas, o que melhorou ou o que precisa melhorar?
O que melhorou foi a visão das pessoas em relação a esses alunos, possibilitou ainda avanços na aprendizagem e a interação entre eles facilita nesse processo.
O que precisa melhorar ou ser feito, são adaptações para receber essas crianças. Pois algumas apresentam deficiências relacionadas aos membros inferiores e superiores que interferem de forma direta na sua coordenação motora, por não ter nenhum tipo de apoio, como assento adequado, por exemplo, habilidades como a escrita, se tornará ainda mais difícil para eles.
RELATÓRIO INDIVIDUAL

Quarta – feira - 13 de maio de 2015.
Passei a manhã do último sábado lá na ONG do bairro Novo Aarão Reis, desenvolvendo um trabalho de campo para o meu curso de Pedagogia.
Apresentei para as crianças presentes um pequeno vídeo que falava sobre a diferença de todas as coisas e pessoas. Ao final do mesmo, pedir para que elas fizessem um desenho referente ao que tinham visto e me respondessem de onde se conheciam e por que aquele “amigo diferente” representado era tão especial para elas.
De modo simples e objetivo, todas me responderam do seu jeito. As crianças maiores entre nove e dez anos, talvez porque domine melhor a escrita, fizeram questão de deixar por escrito sua resposta. Já as demais, por preguiça mesmo, somente responderam oralmente e por isso, tive eu mesma que reescrever o que elas disseram.
Ao final do trabalho, todas as crianças sem exceção, se mostraram bem contentes, porque lá na ONG, é sempre oferecida as oficinas de balé, percussão, dança contemporânea e futebol. E através desta atividade por sua vez, foi uma oficina bem “diferente” das já mencionadas. 
                                                     
OS ARTISTAS
                                       


          NOMES
IDADE 
01 – Adryan
08 anos
02 – Ana Beatriz
08 anos
03 – Camila
09 anos
04 – Henrique
09 anos
05 – João Vítor
09 anos
06 – Káren
09 anos
07 – Maria Fernanda
10 anos
08 – Marcos Paulo
10 anos
09 -

10





                                                     AS OBRAS DE ARTES








 




REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL. Artigo 5º. Disponível em:  www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 11de mai. 2015
LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL. A Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Artigo 4º, parágrafos I e III. Disponível em:  www.planalto.gov.br/ccivil_03/Ato2011-2014/2013/Lei/12796.htm#art1. Acesso em: 11de mai. 2015.
YOUTUBE. COMO FAZER UM BLOG NO BLOGSPOT – COMO FAZER. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=cFcjDucq7k8>. Acesso em: 14 de mai. 2015.
 BLOGSPOT. CANTINHO DA EDUCAÇÃO. Disponível em:
<http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br/2014/05/vale-pena-refletir-video-maravilhoso.html>.
Acesso em: jan. 2015.
BEHAR, Patricia. Competências em Educação a Distância. Penso, 2013. VitalBook file. Minha
Biblioteca. http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788565848480
CASTORINA, José A. Dialética e Psicologia do Desenvolvimento. ArtMed, 2011. VitalBook file.
Minha Biblioteca. http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788536317441
Centro de Excelência para o Desenvolvimento na Primeira Infância. Relações entre pares:
ajudando crianças a fazer amizades. Disponível em: < http://www.enciclopediacrianca.
com/sites/default/files/docs/coups-oeil/de-olho-no-relacoes-entre-pares-profissionais.pdf>.
Acesso em: jan. 2015.
COLL, César. Psicologia da Educação Virtual: Aprender e Ensinar com as Tecnologias da
Informação e da Comunicação. ArtMed, 2011. VitalBook file. Minha Biblioteca.
http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788536323138
COSTA, Cyntia. Inclusão: deficiência física. Educar para crescer. Grupo Abril. Disponível em: <
http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/inclusao-cadeirante-755487.shtml>. Acesso
em: jan. 2015.
FERREIRA FILHO, Manoel G. Direitos Humanos. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
G1. Mundo. Saiba quem é Malala Yousafzai, a paquistanesa que desafiou os talibãs.
Disponível em: < http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/10/saiba-quem-e-malala-yousafzaipaquistanesa-
que-desafiou-os-talibas.html>. Acesso em jan. 2015.
KOSTELNIK, Marjorie J. et al. Guia de aprendizagem e desenvolvimento social da criança.
(trad. da 7ª ed. norte-americana). São Paulo: Cengage Learning, 2012.
NETO, ANTONIO. Direitos humanos e democracia inclusiva, 1ª Edição.. Saraiva, 2012. VitalBook
file. Minha Biblioteca. http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788502175792
NOVA ESCOLA. A escola que é de todas as crianças. Disponível em: <
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/escola-todas-criancas-424474.shtml>. Acesso em: jan.
2015.
YOUTUBE. Caminhos da Reportagem - Inclusão escolar, uma equação complexa. Disponível
em: <https://www.youtube.com/watch?v=S7hu2sthM2I>. Acesso em: jan. 2015.